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quarta-feira, 8 de julho de 2009

Alergia a bijuterias


A alergia a bijuterias é devido à diferença de sensibilidade de cada indivíduo quando exposto a uma substância. Mesmo com peças banhadas a Ouro amarelo e Ouro branco é possível ocorrer alergias, pois podem ser ligas de metais contendo cromo, estanho, níquel, ródio, platina ou paládio.O níquel é o metal que mais provoca alergias, primeiro porque é um dos mais utilizados em bijuterias devido ao seu baixo custo, e segundo por apresentar íons livres, que podem ser cancerígenos.Metais como ródio, platina e paládio são inertes, ou seja, não reagem com outros materiais, o que inclui nosso organismo e as substâncias liberadas por ele, como o suor, sendo até mesmo utilizado como implantes cirúrgicos. A ausência de alergia não significa que o metal não está atuando no organismo, isto em relação ao níquel e outros metais que provocam ionização, e portanto a tolerância a ele não significa que seu organismo está protegido de seus efeitos.Como saber se uma peça é de um determinado material? Esta é uma questão difícil de responder, pois somente uma análise por um profissional especializado pode determinar o material utilizado. A única garantia é comprar em locais idôneos e com garantia e procedência reconhecida, como a ChicBiju. Desconfie de fornecedores que oferecem produtos abaixo do valor de mercado, pois a chance de ser enganado é muito grande. O Ródio é um material nobre e caro, devido a sua raridade no meio ambiente. Portanto, não existem milagres!


Fonte: http://www.rosamarc.com.br/ro/dicas.htm

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Como surgiu a Bijuteria

Uma peça que é muito mais do que algo que embeleza a pessoa que o usa. Para quem conhece a história da joalheria, um adorno tem um significado especial. Claro que atualmente o uso de jóias e de peças de bijuteria está generalizado. Qualquer senhora tem peças que usa, mais ou menos frequentemente, de acordo com o seu gosto pessoal e possibilidades financeiras. Desde há muitos séculos que os adornos são utilizados. É possível encontrar adornos criados há cerca de 40 000 anos atrás. Nesta altura eram peças feitas por materiais tais como dentes de animais, ossos e pedras, unidas rudemente por fios. Só mais tarde, há cerca de 7000 anos atrás é que surgiram as primeiras peças em cobre. Claro que se poderia fazer uma enorme descrição de todos os povos e tipos de joalharia utilizados por estes. No entanto gostaria apenas de mencionar que as peças utilizadas, como colares, anéis, brincos, pulseiras e peças para prender o vestuário, não eram apenas adornos. Na maioria das vezes eram utilizados como talismãs protetores ou peças que davam ao seu utilizador “poderes especiais” e que apenas podiam ser utilizadas por determinadas pessoas. Também eram um símbolo da classe social e por isso limitadas a essas pessoas. Ainda hoje se pode encontrar a utilização de determinado talismã nas crianças para as proteger ou o uso de um amuleto para ter sorte financeiramente e um “empurrãozinho” no amor. Mesmo apesar de este uso estar quase esquecido, porque como diz muita gente “eu não acredito nessas coisas”, a verdade é que ainda andam à solta nos pescoços e pulsos de muitas pessoas, trevos de quatro folhas, estrelas, corações, ou uma pedra que protege contra algo.

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